Mitos e verdades sobre cachorros: o que a ciência já descobriu sobre nossos melhores amigos

Há muitas histórias que crescemos ouvindo sobre os cachorros. Que um ano canino equivale a sete anos humanos, que eles enxergam apenas em preto e branco ou que abanar o rabo significa felicidade.
Mas será que tudo isso é verdade?
💛 Mito: um ano de cachorro equivale a sete anos humanos
Essa é uma das crenças mais conhecidas, mas não é tão simples assim. Os cães não envelhecem seguindo uma proporção fixa de sete para um. O ritmo varia conforme fatores como raça, tamanho e fase da vida.
Um estudo publicado na Cell Systems mostrou que o envelhecimento dos cães e dos humanos não acontece de forma linear. Ou seja, aquele cálculo que aprendemos é apenas uma simplificação.
💚 Verdade: cachorros reconhecem a voz dos seus tutores
Mesmo quando não estão olhando diretamente para nós, os cachorros conseguem reconhecer vozes familiares. Pesquisas mostram que eles prestam atenção às características da voz e conseguem diferenciá-la de outras pessoas.
Isso ajuda a explicar por que, muitas vezes, basta ouvir nosso chamado para que eles saibam que somos nós. Eles podem até estar do outro lado da casa, mas parecem nunca estar tão longe assim.
💛 Mito: cachorros enxergam apenas em preto e branco
Não. Os cachorros enxergam cores, mas de maneira diferente dos humanos. Eles distinguem melhor tons de azul e amarelo e têm mais dificuldade para diferenciar vermelho e verde.
Então, aquele brinquedo vermelho que parece tão chamativo para você pode não ter o mesmo destaque para o seu cachorro.
💚 Verdade: cachorros conseguem perceber nossas emoções
Pesquisas mostram que os cães conseguem combinar informações visuais e sonoras para diferenciar emoções humanas. Estudos mais recentes também encontraram diferenças na atividade cerebral dos cães diante de expressões como felicidade, medo, tristeza e raiva.
Talvez aquele olhar que parece dizer “eu sei que você não está bem” não seja apenas impressão.
💛 Mito: cachorro abanando o rabo está sempre feliz
O movimento da cauda pode revelar muito sobre o estado emocional do cachorro, mas nem sempre significa felicidade. A posição, a velocidade e o contexto também precisam ser observados.
Para entender o que ele está sentindo, é importante olhar para o conjunto: postura, expressão, orelhas e cauda.
No fim, talvez o mais bonito seja o que já sabemos
A ciência continua descobrindo novas formas pelas quais os cães percebem o mundo e se relacionam conosco. Mas quem vive com um cachorro provavelmente já percebeu: eles reconhecem nossas rotinas, percebem quando algo muda e encontram seus próprios jeitos de demonstrar carinho.
Porque não é apenas sobre ter um cachorro. É sobre construir uma história juntos.
Algumas histórias merecem ser eternizadas

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